Respostas do desafio de aprendizagem
1. Relatar minhas experiências: A partir do momento em que comecei ouvir falar sobre ensino ou educação à distância passei a refletir e enxergar que daqui a alguns anos, os docentes passarão a ministrar aulas, em grande parte, à distância. Me inscrevi então na pós oferecida pela Anhanguera de Leme/SP com intuito de me preparar para essa nova fase do ensino e com os exercícios passados pelo tutor passei a “freqüentar” blogs sobre o tema, o que me surpreendeu muito e positivamente sobre as possibilidades da educação à distância. Vi que, tal qual as redes sociais, há uma grande interação entre quem posta seus comentários, trabalhos, vídeos e aqueles que, por motivos variados, procuram o conteúdo das páginas virtuais. Passam a “conversar” sobre o tema, contudo, nota-se que há uma aproximação muito saudável e até mesmo uma amizade virtual muito saudável e proveitosa.
2. Resumo das leituras e debates que participei: Participei de debates que focam, principalmente, como deve ser instalada a EaD no Brasil. Nota-se que há uma grande expectativa pela sua instalação, contudo também há resistências e dúvidas sobre a efetividade do método. Percebe-se também que aqueles que tem contato com as atuais formas de EaD não tem dúvidas do potencial desta nova forma de interação, o que também passou a ser meu posicionamento sobre o assunto.
3. Reflexão sobre minha participação nos debates, expondo mudança das minhas idéias e posições, o que aprendi e como tudo isso me ajudou a compreender os conceitos estudados nas aula: eu acreditava que a educação a distancia se limitava ao professor enviar a matéria ao aluno, receber emails, mensagens com dúvidas e responder as dúvidas, não haveria, assim, um contato mais caloroso ou amigável. Isso não é verdade. Tanto nas atividades síncronas ou assíncronas (conceitos das aulas) a interação entre aluno e professor é muito grande, há até mesmo uma expectativa, uma ansiedade pelas dúvidas ou mensagens a serem recebidas. A nova geração, chamada geração “Y” ou geração do milênio ou da internet, estimulada pela intensa competitividade e caracterizada pelo individualismo, dotada de capacidade de realização de tarefas múltiplas, está pronta para esse tipo de educação e nós, educadores, temos que nos adaptar a essa nova tendência que vem, certamente, pra ficar.

