terça-feira, 27 de setembro de 2011

Respostas do desafio de aprendizagem

1.    Relatar minhas experiências: A partir do momento em que comecei ouvir falar sobre ensino ou educação à distância passei a refletir e enxergar que daqui a alguns anos, os docentes passarão a ministrar aulas, em grande parte, à distância. Me inscrevi então na pós oferecida pela Anhanguera de Leme/SP com intuito de me preparar para essa nova fase do ensino e com os exercícios passados pelo tutor passei a “freqüentar” blogs sobre o tema, o que me surpreendeu muito e positivamente sobre as possibilidades da educação à distância. Vi que, tal qual as redes sociais, há uma grande interação entre quem posta seus comentários, trabalhos, vídeos e aqueles que, por motivos variados, procuram o conteúdo das páginas virtuais. Passam a “conversar” sobre o tema, contudo, nota-se que há uma aproximação muito saudável e até mesmo uma amizade virtual muito saudável e proveitosa.

2.   Resumo das leituras e debates que participei: Participei de debates que focam, principalmente, como deve ser instalada a EaD no Brasil. Nota-se que há uma grande expectativa pela sua instalação, contudo também há resistências e dúvidas sobre a efetividade do método. Percebe-se também que aqueles que tem contato com as atuais formas de EaD não tem dúvidas do potencial desta nova forma de interação, o que também passou a ser meu posicionamento sobre o assunto.

3.    Reflexão sobre minha participação nos debates, expondo mudança das minhas idéias e posições, o que aprendi e como tudo isso me ajudou a compreender os conceitos estudados nas aula:  eu acreditava que a educação a distancia se limitava ao professor enviar a matéria ao aluno, receber emails, mensagens com dúvidas e responder as dúvidas, não haveria, assim, um contato mais caloroso ou amigável. Isso não é verdade. Tanto nas atividades síncronas ou assíncronas (conceitos das aulas) a interação entre aluno e professor é muito grande, há até mesmo uma expectativa, uma ansiedade pelas dúvidas ou mensagens a serem recebidas. A nova geração, chamada geração “Y” ou geração do milênio ou da internet, estimulada pela intensa competitividade e caracterizada pelo individualismo, dotada de capacidade de realização de tarefas múltiplas, está pronta para esse tipo de educação e nós, educadores, temos que nos adaptar a essa nova tendência que vem, certamente, pra ficar.

sábado, 20 de agosto de 2011

Olá amig@s,

Estou estreando no mundo dos blogs hoje. Me surpreendi, ao pesquisar outros blogs, com a quantidade de postagens e de informações que, rapidamente, chegam a todos que usam tal meio para divulgação de trabalhos, palestras, legislação, experiências, estatísticas, enfim, tudo que possa servir a alguém. Sobre o temática EAD ainda sou cru. Me inscrevi na pós sem saber, sequer, direito o que era e descobri um mundo novo de conversas e possibilidades de divulgação de materiais, videos etc.

Vou divulgar, nessa postagem inicial, alguns números que me surpreenderam e que acho interessantes, porque, agora, passamos a fazer parte deles.

No Brasil, temos mais de 63 milhões de usuários de internet, conforme o IBGE e, segundo o IPEA, 11% deles – cerca de 7 milhões de internautas – estudam ou já estudaram à distância pela web.

Dentre os brasileiros que fazem cursos on-line, 22% têm ensino superior, e 21% pertencem à classe A. Do total, 12% são homens e 10% são mulheres. A maior concentração de estudantes está na faixa de idade de 25 a 34 anos (correspondente a 16%), o restante está bem distribuído entre os brasileiros de 16 a 44 anos.

A educação à distância vem angariando cada vez mais adeptos no país, bastando dizer que  nos últimos sete anos, a procura por esse modelo de estudos elevou em mais de 2.000%. Em números: dos 40,7 mil estudantes-internautas, temos hoje 838,1 mil estudantes matriculados no período.